Naturologia

13 ago

A Naturologia compreende as terapias naturais e tradicionais para a melhoria do bem-estar e da qualidade de vida.

As diferentes terapias naturais utilizadas pelo Naturólogo, como Aromaterapia, Florais, Fitoterapia, Massoterapia, Reflexologia, Auriculoterapia ou outras são selecionadas de acordo com as queixas e necessidades do individuo.

Atendendo a diversas queixas, como dores e sintomas físicos ou emocionais e mentais, como estresse, ansiedade e insônia, o objetivo não é tratar a doença, e sim a pessoa e os motivos que o fizeram adoecer.

A Naturologia é norteada pela abordagem de saúde integral, levando em consideração aspectos físicos, emocionais, mentais e energéticos do indivíduo.

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7 de abril – Dia Mundial da Saúde

7 abr

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Você precisa de motivos para tomar um chá?

10 mar

Se você gostaria de ter mais motivos para beber chá, além do sabor. Ofereço dez motivos para que você comece hoje mesmo a se esbaldar com essa bebida hidratante e rica em flavonóides e muito mais!

1. Beber chá hidrata e aumenta o aporte de líquidos no organismo, o que é fundamental para as funções do rim. De forma geral, beber três xícaras de chá ao dia repõe cerca de 1.000 ml de água, metade das necessidades diárias.

2. Chá é rico em flavonóides, substâncias com atividade antioxidante, que protegem contra os radicais livres. Vários estudos demonstram que o uso regular de chá verde reduz a incidência de câncer, por sua ação antioxidante.

3. Beber chá regularmente é uma das maneiras de bloquear o envelhecimento. Tanto as propriedades antioxidantes, quanto antiinflamatórias e protetoras do chá verde garantem a capacidade de evitar o envelhecimento natural e o fotoenvelhecimento, conforme já demonstrado em várias pesquisas.

4. Chá é uma bebida digestiva. Ela estimula o estômago e intestino a secretar as enzimas digestivas, que melhoram a qualidade e aumentam a velocidade da digestão.

5. Chá verde pode ajudar a emagrecer. No chá, existe uma pequena quantidade de cafeína e outras xantinas que estimulam o metabolismo das células, e, com isso, queimamos mais calorias. Esse efeito é reforçado por uma atividade lipolítica dos polifenóis do chá verde, que quebram as gorduras.

6. Chá ajuda a termoregulação do organismo. Pode ser tomado quente quando for necessário aquecer o corpo. Gelado irá refrescar.

7. Chá é estimulante. O chá verde, assim como muitas outras bebidas tradicionais no mundo (café, mate, guaraná, cacau) são estimulantes por conter cafeína e outras xantinas que atuam estimulando o metabolismo. Como resultante elas combatem o cansaço, melhoram a disposição física e mental.

8. Chá ajuda a regular o intestino. Beber chá três vezes ao dia aumenta a oferta de líquidos no intestino, o que deixa o bolo fecal mais suave e fácil de ser eliminado. Os polifenóis do chá verde atuam protegendo e mucosa intestinal, contribuindo para um ritmo intestinal normal.

9. Chá ajuda o fígado e eliminar toxinas. Os polifenóis do chá verde, por suas propriedades antioxidantes e protetoras, ajudam a recuperar os sistemas enzimáticos do fígado. Isso, além de proteger o órgão contra substâncias tóxicas, deixa as enzimas com maior capacidade de degradar substâncias tóxicas eventualmente podem ser ingeridas com os alimentos.

10. Chá é um elemento de introspecção e socialização. O ato de beber chá está incorporado em várias culturas de forma ritualizada, como na cerimônia do chá japonesa (cha-no-yu) que tem um papel importante na cortesia social e desenvolvimento pessoal.

Gostou das informações? Coloque em prática! No livro O Prazer de Se Cuidar, o médico Alex Botsaris, sugere que cada pessoa institua a sua cerimônia do chá, como momento de cuidado pessoal.

Naturologia é uma boa forma para se buscar equilíbrio, bem-estar e saúde

25 fev

Coordenador do curso de Naturologia da Universidade Anhembi Morumbi (SP) explica a graduação e as terapias que promovem a qualidade de vida

Trabalho, estudos, trânsito, casa, filhos, família, relacionamento…ufa! A correria do dia a dia e a falta de tempo para realizar atividades físicas e relaxar fizeram com que a palavra bem-estar tivesse um significado especial. Em meio a tanto estresse, os cuidados com o corpo e a saúde voltaram a ser prioridade na vida do brasileiro, que está tentando desacelerar e fugir um pouco dos problemas. Para auxiliar a busca pelo equilíbrio, houve o surgimento de uma nova área com diversas atividades e terapias que utilizam métodos naturais, tradicionais e modernos de cuidado: a Naturologia.

Anhembi Morumbi, em São Paulo, explicou que essa é uma ciência responsável pela utilização de técnicas integrativas ou complementares na promoção da qualidade de vida, recuperação da saúde e prevenção de doenças da pessoa em geral. “O naturólogo cuida, faz uma anamnese muito bem estruturada. Vai ver o foco principal do problema, mas vai usar os recursos diagnósticos e terapeutas para ter a visão pouco mais abrangente e ir direto à causa. Ele não tem o foco na consequência, mas na raiz do problema e entender o que está acontecendo com você”, explicou André.O professor André Ribeiro, coordenador do curso de Naturologia da Universidade

As terapias são fundamentadas em métodos naturais milenares ou modernos com eficácia comprovada. O naturólogo pesquisa, ensina, orienta e utiliza terapias naturais na prevenção e no tratamento de doenças ou distúrbios físicos e psíquicos ou na melhoria da qualidade de vida do homem. Atua em equipes multiprofissionais, buscando o restabelecimento do equilíbrio energético dos pacientes, com o emprego de grande variedade de técnicas e materiais.

“No curso de graduação, o aluno tem todas as práticas como  Acupuntura; cromoterapia; toda parte do diagnótisco e leitura dentro da Medicina Tradicional Chinesa, através da língua, pele e orelha; Massoterapia; Tikkun, parecido com Tai Chi Chuan; Hidroterapia, desde a utilização da água, bebendo até a entrada na piscina; Fitoterapia; Terapia Floral; Aromaterapia; Terapia Ayurveda, que é a indiana; Terapia Meditativa Ativa, não só a clássica, para pessoas com muita ansiedade; Yogaterapia,  baseada na postura com fins terapêuticos; entre outras. No curso, ele pratica e pode aplicar fora”, destacou o coordenador.

O compromisso da Naturologia enfatiza o bem-estar do indivíduo, da comunidade e do meio ambiente e pode ser conceituada como um estilo de vida, uma filosofia do bem-viver.O naturólogo é capacitado para atuar em diversos locais que atendam às áreas da Saúde e Bem-estar, como consultórios e clínicas, SPAs, consultoria em qualidade de vida a empresas, academias e escolas de yoga e dança, atenção à saúde do trabalhador, hospitais, atenção à saúde do idoso e atuação em equipe de saúde em serviço público. Na área de Hospitalidade, esse profissional atua em cruzeiros marítimos e estâncias hidrominerais. Pode trabalhar também no gerenciamento dos estabelecimentos que aplicam esses métodos e essas técnicas.

“Ele aprende a lidar com grupos e terapias em grupo, mas não a ver com Psicologia, mas sabem conduzir grupos de idosos, crianças e adolescentes. Nas aulas de Nutrição, ministradas por uma nutricionista formada, ela explica até onde o naturólogo pode ir e onde entra o nutricionista para não ter problemas disciplinares e éticos. Toda parte científica é estimulada durante o curso:  Antroposofia, Psicologia, Ecologia, Saúde Pública e Gestão. É um curso bem completo, estruturado e denso, cujo foco principal é que o aluno tenha um raciocínio clinico”, complementou André Ribeiro.

Na Universidade Anhembi Morumbi, foi criado o primeiro SPA-escola. As terapias e práticas da graduação são abertas ao público por um preço acessível. É uma boa oportunidade para alunos exercitarem-se e as pessoas conhecerem a Naturologia. O curso consiste em oito semestres, incluídas todas as disciplinas recomendadas para a formação de um naturólogo competitivo no mercado de trabalho. Prevê uma formação humana, crítica e reflexiva, preocupada com a saúde da população e engajada em ações comunitárias.

FONTE: Globo Universidade, Rede Globo.

Você sabe o que é Naturologia?

14 jan

Por Lucia Freitas

Existe uma nova carreira na área de saúde, ainda pouco conhecida no Brasil, a Naturologia. Segundo a naturóloga e terapeuta Ana Carolina Arruda, o diálogo com as pessoas normalmente é o seguinte:

-Naturologia

– Natu o quê?

– É Na-tu-rologia

– Ahhh tá. Que legal! Mas… O quê é isto?

O Naturólogo fica durante os quatro anos de sua formação universitária estudando terapias complementares. Você sabia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece como eficientes muitas terapias alternativas?

“São quatro anos e meio de estudo acadêmico, mesclando teoria e prática, sabedorias milenares e contemporâneas. O curso surgiu acompanhando um novo paradigma em saúde que passou a contemplar o Brasil nos últimos anos: olhar para as terapias ditas naturais, complementares e alternativas como formas reais de promover, prevenir e melhorar a saúde”, explica Ana Carolina.

Eles conhecem o organismo, além de remédios naturais e industrializados. Estudam o desenvolvimento, comportamentos, conhecimentos e práticas contemporâneos e antigos. Atuam, em geral, em clínicas e spas – e também em consultórios, seja deles ou de outros profissionais de saúde que já conhecem a prática. “Há inclusive gente que trabalha no SUS, em prefeituras”, explica Ana Carolina.

O melhor desse profissional é algo que se perdeu com a medicina espalhada em especialidades fechadas: olhar a pessoa integralmente. “É outro paradigma de saúde: o naturólogo não é só um profissional que te dá uma dica pontual, faz procedimento. É um educador para a saúde. É um papel preventivo, baseado em sintoma, claro, mas preocupado em mudar a vida de quem atende”, explica a profissional.

Existem, hoje, duas faculdades formando profissionais: a Anhembi-Morumbi, em São Paulo, e a Unisul, em Santa Catarina. A profissão está se organizando para ser reconhecida como tal – fazendo pesquisas, publicando trabalhos e criando suas associações de classe. O Ministério da Saúde usa a prática através da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.

Se você é da turma que gosta e usa homeopatia, florais e pensa em saúde como mais que “curar uma doença”, a naturologia é para você. A prática usa o termo interagente para falar de seus usuários – ou seja, é algo construído entre você e o profissional, em que pedem a sua voz ativa.

Ana Carolina deixa uma dica preciosa para quem mora nas cidades em que existem as universidades: como os cursos pedem prática, você arruma atendimento de ótima qualidade a preço muito bom.

Ana Carolina Arruda é naturóloga, arteterapeuta, terapeuta corporal, poeta nas horas vagas, e trabalha no Rio de Janeiro. Seu blog, onde fala um pouco do assunto chama-se Naturologia no Rio.

Fonte: Discovery Mulher

Centro em SP investe em ioga, relaxamento e meditação contra o câncer

30 dez

Os movimentos são suaves e a respiração, pausada. Porthos Martinez, 13, internado há quase dois meses no hospital Albert Einstein, está sentado na cama e segue as orientações da terapeuta corporal Ester Azevedo Massola.

Ela estava presente também no dia que a mãe do menino lembra como o mais tenso de todo esse período no hospital: o do transplante de medula pelo qual seu filho, que teve leucemia, passou.

“A Ester entrou e fomos controlando a ansiedade. Eu nem tinha dormido na noite anterior, esperando a bolsa de células-tronco chegar”, lembra Gisele Martinez, 43, mãe de Porthos. Quando o médico chegou, estavam os dois tranquilos para o procedimento, conta ela.

O médico Paulo de Tarso Lima, coordenador do Serviço de Medicina Integrativa do Einstein, diz que um dos objetivos desse tipo de intervenção é fazer o paciente e seus cuidadores “retomarem o momento presente”.

“Não posso receitar ao paciente que ele se sinta bem, mas posso ajudá-lo a acessar seu bem-estar. Já temos evidência científica de que isso ajuda o tratamento.”

Tatiana Grinfeld, 35, começou a fazer terapia de toque em janeiro. Ela vai ao hospital duas ou três vezes por semana para tomar medicações para tratar consequências do tratamento de câncer pelo qual passou. Enquanto o soro passa pelo cateter, ela se deita e recebe a terapia.

“Me sinto reenergizada. Passamos por tantos altos e baixos durante um tratamento. A terapia muda a nossa forma de encarar as coisas.”

O hospital abre amanhã seu novo Centro de Oncologia e Hematologia Família Dayan, anexo ao prédio principal, no Morumbi, num investimento de quase R$ 40 milhões. Ele terá seis espaços dedicados a práticas complementares, como aulas de ioga, meditação e relaxamento para adultos e crianças.

Em cerca de quatro meses, o hospital deverá lançar ainda um curso à distância de aperfeiçoamento de profissionais em medicina integrativa voltada para câncer.

De acordo com o hematologista Nelson Hamerschlak, do Einstein, o maior investimento na medicina integrativa ganhou força com a parceria estabelecida em 2012 entre o hospital e o centro de oncologia MD Anderson, de Houston (EUA).

A colaboração também será em pesquisa. Uma delas vai estudar efeitos da meditação tibetana em 40 mulheres com câncer de mama em São Paulo e 40 nos EUA que sofrem com problemas cognitivos após a quimioterapia.

Segundo Paulo de Tarso Lima, as consultas do serviço de medicina integrativa têm o objetivo de dar abertura para que o paciente compartilhe sua necessidade por tratamentos complementares -de 45% a 80% dos pacientes oncológicos brasileiros buscam alguma terapia do tipo.

Lima afirma que sua intervenção inclui checar o risco e o benefício do que o paciente está buscando.

Se ele procura uma cirurgia espiritual em que pode haver cortes mas está com o sistema imunológico abalado logo após um transplante de medula, exemplifica o médico, é preciso alertar que aquele não é o melhor momento. “Respeitamos e acolhemos as escolhas do paciente. Mas vamos ajudá-lo a se estruturar para ir e voltar com segurança”, diz Lima.

O Hospital Sírio-Libanês também deu início a um departamento de medicina integrativa, há três anos, com o apoio do centro Memorial Sloan-Kettering (EUA).

Artur Katz, coordenador de oncologia clínica do Sírio-Libanês, afirma que há uma preocupação particular com o emprego das substâncias supostamente naturais que podem ter um efeito prejudicial no tratamento, ao interagir com as drogas usadas na quimioterapia.

“É fundamental estimular o paciente a discutir essas opções com o médico. Ele não pode se sentir inibido.”

Em certos casos, quando há evidência de benefício ou ao menos de que a substância não causa dano, é válido também estimular o uso, segundo Hamerschlak.

“Há um tipo de leucemia crônica para a qual há evidências de que chá-verde faz bem. Você precisa ver o sorriso dos pacientes quando digo isso. Há uma ansiedade por esse tipo de indicação.”

Por outro lado, em outros tipos de câncer, o mesmo chá-verde pode prejudicar o efeito da químio.

Fonte: Folha de S. Paulo

Benefícios da massagem vão além do relaxamento

17 maio

Estudo mostra que uma única sessão de massagem é capaz de causar alterações biológicas em quem a recebe

Uma boa massagem faz mais que apenas relaxar seus músculos? Para descobrir, pesquisadores do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, recrutaram 53 adultos saudáveis e aleatoriamente submeteram 29 deles a uma sessão de 45 minutos de intensa massagem sueca, e os outros 24 a uma sessão de massagem leve.

Foram inseridos cateteres intravenosos em todos os participantes, para que amostras de sangue fossem colhidas imediatamente após a massagem e novamente uma hora depois.

Para surpresa dos pesquisadores, patrocinados pelo Centro Nacional de Medicina Complementar e Alternativa, uma divisão do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, uma única sessão de massagem foi capaz de causar alterações biológicas em quem a recebia.

Os voluntários que foram submetidos a massagem sueca experimentaram reduções significativas nos níveis do hormônio do stress cortisol no sangue e saliva, e no nível de um outro hormônio que pode causar elevações de cortisol. Eles também tiveram aumento no número de linfócitos, os glóbulos brancos do sangue que fazem parte do sistema imunológico – responsável pelas defesas do corpo.

Os voluntários da massagem leve experimentaram elevações da oxitocina, um hormônio associado ao contentamento e à confiança, maiores que no grupo da massagem sueca, e reduções mais acentuadas de um hormônio que estimula as glândulas adrenais a liberar o cortisol.

O estudo foi publicado online em “The Journal of Alternative and Complementary Medicine”. O principal autor, Mark Hyman Rapaport, diretor de psiquiatria e neurociências comportamentais do Cedars-Sinai, afirmou que as descobertas são intrigantes e instigantes.

* Por Roni Caryn Rabin